A justiça dos Estados Unidos negou o pedido da Apple para que a Amazon parasse de utilizar ‘app store’ (termo equivalente a ‘loja de aplicativos’, em português) na comunicação com seus desenvolvedores de software norte-americanos. O processo tinha sido movido em março deste ano.
A fabricante do iPhone e do iPad alega que ‘app store’ é uma marca registrada da Apple e, por isso, não pode ser utilizada por outras companhias. Em resposta, a Amazon argumentou que trata-se de um termo genérico e, portanto, não protegido pela lei de marcas e patentes.
De acordo com notícia veiculada pela Reuters, o juiz Phyllis Hamilton, que avaliou o caso, não concordou que o termo é totalmente genérico. No entanto, ele disse, no comunicado oficial, que não fica clara a confusão com os serviços da Apple e da Amazon.
Uma porta-voz da Apple, Kristin Huguet, disse que a fabricante tinha solicitado que a Amazon não copiasse o nome ‘app store’ para não confundir e enganar o consumidor.
Além da oferta de aplicativos para a plataforma Android, em maio deste ano, a Amazon lançou, nos Estados Unidos, uma área exclusiva para venda de soluções para Mac, que concorre diretamente com a App Store – loja de aplicativos da Apple.
Um dos diferenciais é que a loja da Amazon oferece aplicativos para iPhone e iPad que foram rejeitados pela App Store.
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